Um blog do Travellerspoint

Por este autor: Cadu

Dia 08 - Paris > São Paulo

overcast 20 °C

Último dia da viagem. Aquele dia que não serve pra nada: é só correria para fazer tudo dar certo e ter uma volta tranquila.
Tomamos nosso café da manhã, fizemos checkout do hotel, pegamos um taxi para o mesmo aeroporto que chegamos, o aeroporto de Orly.
Fizemos o trajeto de volta igual ao de ida, só que obviamente ao contrário : pegamos um voo da TAP para Lisboa, fizemos uma conexão no aeroporto, e aguardamos cerca de 4 horas para sair o voo da própria TAP que nos traria de volta ao Brasil.

Aeroporto de Orly :

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O painel dos voos : reparem qual voo está atrasado ? (Lei de Murphy)

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Comida no avião : BACALHAU !!! Quem disse que não iríamos provar um genuíno bacalhau portugês ? rs.

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Pessoal dormindo na volta ...

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Mais uma viagem fora de série. Foi correria do começo ao fim, afinal dormir em Euro é pecado mortal rs. Melhor dormir em reais aqui no nosso país né ?
Posso dizer que fizemos tudo que estava no roteiro. Visitamos todos os lugares que queríamos, e deu tudo certo, até o meu celular me devolveram rs.
Só a parte financeira que pegou um pouco, afinal, as coisas são mega caras pra nós, meros brasileiros mortais que recebem salários em reais. Com o Euro a R$ 3,30, dava dó de comprar algumas coisas por saber que estávamos pagando muito mais que no BR. Mas fazer o que, faz parte.

Tudo certo, desembarcamos em Guarulhos normalmente, de novo no terminal 3, e de bônus conhecemos aquele que é agora o maior free shop do mundo. Realmente é gigante, mas ainda não tinham produtos novos, eles somente deslocaram o estoque atual para o novo espaço. Li em sites que a idéia é comercializar mais produtos de mais marcas.

E finito !!! Game Over !!! Agora é trabalhar bastante para pagar os cartões de crédito kkkk.

Publicado por Cadu 10:12 Arquivado em França Comentários (0)

Dia 07 - Paris

overcast 20 °C

Sabadão, penúltimo dia em terras parisienses. Dia de conhecer as atrações que faltavam, e fazer um jantar romântico para encerrar nossa lua de mel em grande estilo.
Hoje acordamos meio tarde, lá para as 10 da manhã. Pegamos o metrô e fomos para a parte norte da cidade, conhecer o famoso Moulin Rouge e a igreja de Sacre-Coeur.
O Moulin Rouge é uma casa de show parisiense, que ficou famosa pelo filme de mesmo nome, com a Nicole Kidman. Claro que na hora do almoco ela estava fechada, mas acho que mesmo se tivesse aberta não faríamos questão de entrar pra conhecer.

Moulin Rouge (que em português significa Moinho Vermelho) é um cabaré tradicional, construído no ano de 1889 por Josep Oller, que já era proprietário anteriormente do Paris Olympia. Situado na zona de Pigalle no Boulevard de Clichy, ao pé de Montmartre, em Paris, França. É famoso pela inclusão no terraço do seu edifício de um grande moinho vermelho. O Moulin Rouge é um símbolo emblemático da noite parisiense, e tem uma rica história ligada à boémia da cidade. Fonte: Wikipedia

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Este é um dos lugares que você vai somente para tirar a foto e falar "eu fui". Nada demais.
Saindo de lá fizemos uma boa caminhada, subindo as ladeiras para chegar na igreja de Sacre-Coeur.

A basílica do Sagrado Coração (em francês, basilique du Sacré-Cœur) é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo, também, o símbolo do bairro de Monte Martre. A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. A basílica do Sagrado Coração foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona uma tonalidade branca.
Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de oitenta metros de altura. Na abside, uma torre serve de campanário a um sino de três metros de diâmetro e de mais de 26 toneladas.
A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influenciou outros edifícios religiosos do século XX.

Subindo a ladeira :

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Fachada :

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Como dito no texto da Wiki acima, é o lugar mais alto de Paris. Há uma vista bem legal da cidade :

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Havia uma multidão para entrar. Mas entramos e no meio do caminho desistimos. Estava tendo missa, estavam pedindo para guardar câmeras dentro das mochilas, tinha de andar exatamente no caminho onde eles queriam, etc, muita frescura. Já estávamos cansados mesmo, pensamos "já vimos o bastante", e fomos embora.

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Procuramos o metrô mais próximo, e fomos rumo a nossa última parada antes de voltar ao hotel para almoçar e nos trocarmos para a noite : o Cemitério do Père-Lachaise.

Cemitério ? Sim, isso mesmo. Este cemitério é enorme, e é nele onde está enterrado um cidadão chamada Alan Kardec.

Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificadornota do Espiritismo (neologismo por ele criado), também denominado de Doutrina Espírita. Foi um pioneiro na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos que antes costumavam ser considerados inadequados para uma investigação do tipo.

Há uma mística que diz que, se visitar o túmulo dele, ele fará com que algum dia você volte a Paris. De novo, como muitas coisas comentadas neste blog, é uma coisa que dizem, cada um acredita naquilo que quer. Eu particularmente não acredito muito nessas coisas, mas a Ana sim, por isso fomos conhecer, e também não deixa de ser mais um lugar a se conhecer em Paris.

Para ter uma idéia do tamanho do cemitério, é necessário um mapa, vendido a 2 euros na porta.

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Vários turistas :

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Procurando nos localizar lá dentro rs.

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Jardins :

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Alan Kardec:

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Arquitetura :

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De lá, pausa para um almoço, e fomos para o hotel descansar um pouco e já deixar as malas arrumadas para o dia seguinte. Nos arrumamos e de novo fomos pro metrô - estação Alma-Marceau, que dá acesso a um dos píers que existem no rio Sena.

Preparando ...

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Chegamos nas imediações por volta das 20:30. Nosso jantar estava marcado para as 21:30. Ainda deu tempo de tirar umas fotos da chama da liberdade, um presente dado à frança pelos Estados Unidos.

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Neste local há um túnel, que foi onde a princesa Diana faleceu em um acidente de carro, anos atrás. No muro há várias inscrições a respeito:

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Fomos em direção ao píer, já eram umas 21:00, e nada de noite. Não havia sol, mas ainda estava dia.

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Nosso pacote era um jantar dentro de um dos barcos turísticos, preparados para tal. Há várias empresas que prestam este tipo de serviço. A empresa que compramos nomeou os barcos de Bateaux-Mouches.

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O pacote incluía entrada, jantar, sobremesa, música ambiente, e claro, o barco saía daquele ponto do rio Sena, e dava uma "volta" pelo rio, passando por pontos turísticos, fazendo tipo de um "circuito", e com o "grand finale" passando pela torre Eiffel de noite.

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Um costume do pessoal local é ir para a beira do rio Sena e ficar tomando umas e outras, alguns também trazendo lanches, outros apenas lendo livros, etc. Cada um fazendo o que gosta.

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Esta foto eu comprei de um fotógrafo, ali na hora :

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Vídeo do interior do barco :

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Uma violinista estava passando pelas mesas e pedindo para as pessoas músicas para tocar. Quando ela parou na nossa mesa, não sabíamos direito o que pedir. Ela perguntou "de onde vocês são?", prontamente respondemos "do Brasil", e ela começou automaticamente a tocar uma música. Para nossa surpresa, uma música beeeem conhecida de nós brasileiros.

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Anoitecendo :

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Fomos tirar umas fotos no deck superior, já com o céu noturno :

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O barco parou impiedosamente as 23:00 no píer, que era o horário marcado para o final do jantar. Ficamos um pouco preocupados com o horário, porque era tarde, só que não, muitas pessoas na rua, tudo lotado, pegar o metrô de volta foi bem tranquilo.

Mesma estação de ida :

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Chegamos no hotel já passava uns 10 minutos da meia noite. Hora de dormir, para no dia seguinte se despedir de Paris.

Publicado por Cadu 11:53 Arquivado em França Comentários (0)

Dia 06 - Vale do Loire

overcast 18 °C

Neste dia deveríamos acordar mais cedo do que o normal, mas a preguiça falou mais forte e dormimos um pouquinho a mais. Tomamos o tradicional café da manhã e fomos andando em uma agência da Hertz (Locação de Veículos) alugar um carro para ir conhecer o Vale do Loire.

O Vale do Loire é conhecido como o Jardim da França e o Berço da Língua Francesa. É também de realçar a qualidade do seu património arquitectónico, nas suas cidades históricas, como Amboise, Angers, Blois, Chinon, Nantes, Orléans, Saumur, e Tours, mas em especial para os seus mundialmente famosos castelos, como o Castelo deAmboise, Chambord, Villandry e Chenonceau e dos seus vinhos famosos.

Link para o Wiki :

[/i] http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Loire [/i]

São mais de 300 castelos na região. A região localiza-se a mais ou menos duas horas de carro, ou uma hora de TGV (trem rápido). Optamos por ir de carro para ter liberdade de locomoção e também ver as paisagens, afinal estávamos indo para o interior da França e queríamos aproveitar o máximo.

Para uma idéia, olhar o mapa abaixo, que detalha a região. Notar o ponto vermelho, que é onde fica Paris.

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Na loja da hertz, queríamos alugar um hatch médio, já que iríamos passar muito tempo nas estradas. Mas o estoque da loja era limitado e o agente nos deu uma minivan, o Ford C-Max, movido a Diesel, 1.6, completasso. Carro bem confortável.

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Com mais de 300 castelos e lindas paisagens, fizemos várias pesquisas na internet e decidimos separar 3 castelos para visitar (Amboise, Chenonceau e Cheverny). Em um único dia era o que dava pra fazer.

Bom, "carro na mão" e "pé na estrada", rumo a primeira parada, a cidade de Amboise.

Notamos que as estradas francesas são muito organizadas e tranquilas. Lá pode-se andar a 130km/h. Há também áreas de descanso que incluem banheiros. Algumas áreas dessas possuem postos de combustíveis mas não são todas.

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Ao cairmos na rodovia principal, passamos no primeiro pedágio. Pegamos uma fila em um guichê e retiramos da máquina de auto-serviço um ticket. Imaginamos que em algum momento usaríamos este ticket para alguma coisa.
Após mais de 1h de estrada, paramos para um café e banheiro. Notei que na estante de revistas haviam várias revistas sobre a vida alheia de famosos, a lá "Contigo" e "Caras". Isso deve dar muito dinheiro, olha a quantidade de revistas:

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Ao sairmos da rodovia principal, outra cabine de pedágio, com dois guichês, um semelhante ao nosso "Sem Parar" e outro "normal", que seria o nosso. Daí entendemos para quê servia aquele ticket do primeiro pedágio. Você coloca o ticket na máquina, ela calcula quantos km você andou e dá o valor proporcional. Porém não aceita cartão de crédito internacional, tivemos de usar dinheiro para pagar. Ainda bem que tínhamos o suficiente.

Paisagem das estradas secundárias, muito bonitas :

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Um pequeno vídeo de uma estrada de acesso :

Após umas duas horas chegamos à cidade de Amboise, onde há o castelo de mesmo nome. Cidade bem pequena, com ruas estreitas, e uma principal, porém charmosíssima com seus cafés e vários turistas.

A cidade de Amboise está situada na margem esquerda do rio Loire, no local onde este se separa transitoriamente em dois braços, formando uma ilha (Ilha-Grande ou Ilha-d'Ouro), facilitando assim a sua travessia. No planalto acima, encontra-se o seu castelo.

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E nela encontra-se o Castelo de Amboise, no meio da cidade mesmo. Algumas informações sobre o castelo :

-Construído num promontório com vista para o Loire de forma a controlar um estratégico vau,1 substituído na Idade Média por uma ponte, o castelo começou a sua vida no século XI, quando o notável Fulque III o Negro, Conde de Anjou, reconstruíu a fortaleza em pedra. Ampliado e melhorado ao longo do tempo. No dia 4 de Setembro de 1434, o edifício foi confiscado e adicionado por Carlos VII aos bens da Coroa, depois do seu proprietário, Louis d'Amboise, ter sido acusado de conspiração contra Luís XI e executado em 1431. Uma vez nas mãos Reais, o castelo tornou-se num dos favoritos dos reis franceses.
-Francisco I foi proclamado rei em Amboise, o qual pertencia à sua mãe, Luísa de Saboia, tendo o catelo, durante os primeiros anos do seu reinado, atingido os pináculos da sua glória. Uma das medidas que tomou prendeu-se com a reforma da ala Luís XII. Como convidado do rei, Leonardo da Vinci chegou ao Castelo de Amboise em Dezembro de 1515, tendo vivido e trabalhado no vizinho Clos Lucé, ligado a este castelo por uma passagem subterrânea. O corpo do sábio, falecido em 1519, se encontra sepultado na Capela de Saint-Hubert, anexa ao castelo, a qual havia sido construída entre 1491 e 1496.3
-Durante a Revolução Francesa, a maior parte do castelo foi demolida,4 sendo causadas muitas outras destruições. Já no Primeiro Império, uma avaliação de engenharia encomendada pelo Imperador Napoleão Bonaparte, no início da década de 1800, fez com que uma grande parte do edifício tivesse que ser demolida.
-O Rei Luís Filipe herdou o castelo da sua mãe, tendo começado a restaurá-lo. Durante o seu reinado, remodelou as antigas muralhas ao destruir as casas contíguas e redecorou a ala Luís XII. No entanto, com a sua abdicação, em 1848, o castelo foi confiscado pelo governo e tornou-se durante algum tempo na casa de exílio para o Emir Abd Al-Qadir (1848–1853). Em 1873, foi dado o controlo da propriedade aos herdeiros de Luís Filipe, os quais fizeram importantes esforços para repará-la.
-Já no século XX, durante a invasão nazi, em 1940, o castelo foi seriamente danificado.
-Desde 1840, o Castelo de Amboise está classificado como Monumento Histórico (monument historique) pelo Ministério Francês da Cultura. Hoje em dia, o actual Conde de Paris, descendente de Luís Filipe, repara e conserva o castelo através da Fundação Saint-Louis.

Wiki do Castelo de Amboise:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Amboise

Entrada do castelo :

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Área externa :

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Vista 360 da cidade à partir do castelo :

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Vista de uma das sacadas :

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Área interna :

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Escultura do Leonardo da Vinci :

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"Tumulo" do Leonardo da Vinci (Entre aspas, pois a história diz o seguinte : Leonardo da Vinci foi enterrado em uma igreja longe de Amboise, porém a mesma foi destruída em uma guerra. Após o termino da guerra, vasculharam o local, pegaram os supostos restos mortais do pintor e trouxeram para Amboise, colocando na capela do castelo. Mas como toda história, há pessoas que não acreditam.)

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Após a visita terminar, resolvemos almoçar por ali mesmo, afinal já eram por volta de 13:00hs. Conseguimos bife, frango e batata-frita em um dos cafés da rua principal.

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Após compra de alguns souvenirs, fomos rumo a segunda parada, o castelo de Chenonceau. No meio do caminho, mais paisagens:

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O Castelo de Chenonceau (em francês, "Château de Chenonceau"), também conhecido como Castelo das Sete Damas, é um palácio localizado na comuna de Chenonceaux, departamento de Indre-et-Loire, na região do rio Loire, a Sul de Chambord, na França. O primeiro castelo foi construído no local de um antigo moinho, em posição dominante sobre as águas do rio Cher, algum tempo antes da sua primeira menção num texto, no século XI. O actual palácio foi construído pelo arquitecto Philibert Delorme, e a sua história está associada a sete mulheres de personalidade forte, duas das quais rainhas de França.

Wiki do Castelo de Chenonceau:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Chenonceau

Chegando no castelo, que diferente de Amboise, não fica em uma área urbana:

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Uma parte do jardim da entrada:

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Perto da entrada :

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Vista do castelo sob o rio. Aqui tem uma história. Inicialmente o castelo era na margem deste rio. Mas uma das rainhas que habitou o castelo pediu para construir uma parte do mesmo em cima do rio, só para "ostentar".

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Área Interna :

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Não gastamos muito tempo dentro do castelo, pois estava muito cheio. Ao sair, fizemos o caminho inverso da entrada, passando por umas plantações, estábulos, garagens e casas dos criados.

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Mais um castelo finalizado, partimos para o terceiro e último do dia : Castelo de Cheverny.
Para chegar lá, pegamos novamente um trecho da rodovia principal. Logo, pegamos o ticket do pedágio, para rodar um pouco, e pagar novamente um proporcional. Mas nos deparamos com um caminhão que não saia da cabine, perdemos uns 5 minutos parados na rodovia aguardando a boa vontade do motorista.

Gravei um vídeo para explicar melhor a situação rs.

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Pedágio resolvido, chegamos nas imediações do Castelo de Cheverny.

O Castelo de Cheverny (Château de Cheverny em francês) é um palácio francês do vale do Loire, localizado em Sologne, na comuna de Cheverny.
Abriga actualmente uma matilha e organiza regularmente caçadas de veneria (caça a cavalo com auxílio de cães). Este château inspirou Hergé na criação do Château de Moulinsart, de As Aventuras de Tintim, sendo o palácio ficcional uma réplica do real, mutilada dos seus dois pavilhões exteriores.
O Château de Cheverny é um dos mais célebres châteaux do Loire, ficando muito próximo do Château de Blois e do Château de Chambord. Enquanto que Blois é uma construção que carrega os estratos de estilos arquitectónicos que se estendem por quatro séculos, Cheverny foi construído num estilo clássico homogéneo.
Blois e Chambord foram residências Reais, ao contrário de Cheverny que permaneceu uma propriedade privada. Além do mais, Cheverny conservou o seu mobiliário e a sua decoração do século XVII.

No caminho, mais fotos de cidadezinhas francesas. Parece filme.

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Entrada do castelo :

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Jardins :

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Área interna :

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O canil do castelo :

Área atrás do castelo, onde havia uma cafeteria, aproveitamos para tomar um sorvete.

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Finalizadas as visitas aos castelos, pegamos a rodovia de volta a Paris. Mas, para aproveitar mais, decidimos jantar em uma cidade no meio do caminho. No mapa, achamos a cidade de Orleans.
Antes, uma parada para abastecer o carro. Encostamos em uma dasquelas áreas de descanso, que tinha posto e loja de conveniência. Parei o carro na bomba e não tinha funcionários. Imaginei que o sistema seria identico ao dos EUA ou Australia, onde você paga a quantidade de combustível desejada e depois você mesmo abastece na bomba escolhida. Mas não sabia o que fazer exatamente. Perguntei para uma senhora que estava abastecendo ao lado, e ela me falou "que era só abastecer e pagar". Como assim ? Abasteço, vou na lojinha e pago ? E era isso mesmo. Coloquei alguns litros de diesel, encostei o carro na lojinha, fui no caixa, falei que era bomba 8 e a mulher me cobrou a quantidade que deu na bomba.

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Para nós brasileiros é impensável qualquer procedimento que confie na honestidade da pessoa. Por isso meu espanto. Se essas coisas existissem no brasil, os donos dos estabelecimentos iriam falir bem rápido.

Comprei também água e uma .... CHERRY COKE !!! Sim, vende na França, ainda que não é em qualquer canto que se encontra. Que saudade dessa coca !!!

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Chegando em Orleans :

A cidade de Orleans está situada em um local que servia de ligação dos povos da antiguidade, que vinham do Mediterrâneo em direção ao norte da Europa. A cidade localiza-se na margem direita do Loire, ao longo do rio, com o norte em direção a Paris.

Orléans foi fundada com o nome de Cenabo (em latim: Cenabum). Cenabo era um reduto gaulês, uma das principais cidades da tribo dos Carnutes onde os druidas realizavam a sua assembleia anual. Em 52 a.C., Júlio César a conquistou. A cidade foi construída pelos romanos. Mudou de nome para Aureliano (em latim: Aurelianum), em homenagem ao imperador Aureliano, que reconstruiu a cidade.

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Estacionamos o carro na rua mesmo e fomos em direção a uma pizzaria. Ao entrar, fui recebido pela hostess que falou que mesas somente com reserva. Reserva ? Como assim ? A cidade estava um deserto !!! Saímos desolados pois a pizzaria parecia ser boa, e fomos procurar outra. Achamos uma bem cheia, em uma pracinha com vários vares.

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Mais uma vez estranhamos o fuso horário francês. Terminamos de jantar umas 21:30, e ainda estava bem de dia, a ponto de usar óculos escuros. Pegamos o carro em direção a Paris, mais uma hora de viagem. Chegamos com o dia escurecendo, e fomos direto para o hotel desabar de cansaço.

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Dia 05 - Paris / Versailles

overcast 16 °C

Depois de um dia mega exaustivo na capital londrina, deixamos apenas duas atrações para hoje: O Palácio de Versailles e o Museu do Louvre. Pensamos que seria um dia mais light, mas não tínhamos idéia do quanto iríamos andar.
Após o café da manhã, pegamos o metrô em direção ao Louvre.

Um geral do metrô de Paris :

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O Museu tem 3 áreas distintas; Pode-se acessar qualquer uma delas com o ticket comprado na área central. Também pode-se entrar e sair quantas vezes quiser no dia da visita.

Pirâmide invertida na área da recepção do museu:

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Escada de acesso ao Museu :

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Esta escada acima é acessada por aquela pirâmide grande que é vista ao passar de carro nas imediações do Museu. Note a foto abaixo:

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O museu é simplesmente gigante. Há um mapa com as orientações aos visitantes.

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Abaixo fotos diversas do interior do museu:

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Há muitas excursões por Paris, e em quase todas elas há um guia com um guarda chuva levantado. Resolvi tirar um sarro e saí gritando palavras em portunhol pelo corredor kkkk.

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Aqui a grande(?) protagonista do museu: A Mona Lisa.

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Percebam a multidão (chegar perto do quadro é uma arte).

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Na boa ? Nada demais. É um quadro pequeno, muito menor do que os veículos de comunicação nos fazem perceber. Não da pra chegar tão perto pois há uma parede de vidro. E ainda mais: há histórias que falam que este quadro é uma réplica pois o original está guardado e bla bla bla. Cada um acredita no que quiser.

Em geral eu achei o Louvre meio "massante". Eu não sou apreciador de arte e também não entendo patavinas. Então dou a dica para as pessoas que nem eu: se for a Paris, o Louvre é perfeitamente dispensável. Aproveite seu tempo com coisas mais legais pela cidade, há muita coisa pra fazer. Agora, se você gosta do assunto e se interessa, da pra passar O DIA INTEIRO de tão grande que é.

Saindo do museu fomos almoçar em um café parisiense ali perto, e logo mais já era hora de irmos ao ponto de encontro para pegar o ônibus que nos levaria ao Palácio de Versailles.
Compramos um tour para ir ao Palácio, já que seria menos cansativo por causa das grandes distâncias para se chegar lá de trem.

Nós dentro do ônibus:

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Chegando nas imediações do Palácio, dá pra perceber pelo estacionamento quantas pessoas o visitam por dia.

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Sobre o Palácio :

O Palácio de Versalhes (em francês: Château de Versailles) é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França. Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o "Rei Sol", a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

Entrada :

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Interior :

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Exterior :

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Nota sobre o exterior : nosso tour somente dava direito ao interior do Palácio. Para ir visitar os jardins, é necessário pagar por um ticket extra. Optamos por não pagar, tiramos umas fotos de uma área que é possível enxergar a imensidão do jardim. Achamos desnecessário pagar quase 70 reais para andar pelo meio do mesmo. Além do mais, tínhamos somente meia hora sobrando, para então voltar ao ônibus.

Curiosidade: No ônibus conhecemos uma família do Alaska !!! Isso mesmo, Alaska. Para quem não sabe, o Alaska é um dos 50 estados americanos, e fica geograficamente a oeste do Canadá. Eles eram de uma cidade chamada Anchorage, que é a mais populosa de lá. Eles estavam de férias, pegaram voos extremamente longos para chegar em Paris (Anchorage-Los Angeles-New York-London-Paris). Iam ficar em Paris alguns dias, depois iriam para Londres e o interior da Inglaterra, e enfim voltar pra casa. Entre tantos assuntos, a maior diferença do dia a dia para nós brasileiros era o fato de que durante o verão, o dia deles tinha 21 horas de sol e 3 de noite, e no inverno o contrário. No verão eles usam cortinas do tipo Black-Out para simular a noite dentro das residências, e no inverno eles têm umas luzes especiais, para simular o dia. Interessantíssimo !

Voltando do tour, nada mais a fazer por hoje, decidimos comer uns crepes de um lugar do lado da Torre Eiffel, já que estávamos perto dela. Pegamos um ônibus comum, e em menos de 10 minutos já estávamos nas imediações da torre. Fizemos da forma mais simples possível : compramos os crepes, uma coca-cola e sentamos na escadaria que desce para o píer do Rio Sena. Coisas simples que fazem a viagem valer a pena: sentar na margem do Rio Sena e ter a visão da torre enquanto delicia um ótimo crepe de banana e nutella = não tem preço !

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Fomos também conhecer por ali o famoso Champ de Mars, um enorme jardim onde o pessoal costuma ficar ali sentado admirando a paisagem, fazendo pique-nique (picnic, sei lá rs). Estava tendo propaganda da liga de tênis, acho que era da ATP, não sei ao certo.

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Após ficarmos uns minutos ali, deitados na grama, sem fazer absolutamente nada, fomos caminhar em direção ao metrô para voltar ao hotel.

Vista da torre entre a arquitetura parisiense :

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Achamos pão de queijo ... mas foi o mais caro da minha vida ( 9 euros para 7 pães de queijo ):

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Jantar no MC Donalds, para economizar um pouco (15 euros os dois) :

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E .... descanso #dormircedo !!!

Publicado por Cadu 8:49 Arquivado em França Comentários (0)

Dia 04 - Londres

rain 12 °C

Caímos da cama as 05:45, para nos arrumarmos, pegarmos o metrô até a Gare du Nord (Estação do Norte), para enfim embarcar em um trem bala com destino a Londres. O trem chega a mais de 200km/h, faz a rota Paris-Londres em apenas 2h20m, podendo tranquilamente ser usada para fazer o que fizemos, um bate-volta em Londres.

Na estação de metrô do lado do hotel passa uma linha que leva direto para a estação. Para nossa surpresa, pegamos o primeiro metrô do dia, ainda ficamos uns 10 minutos parados antes dele sair. Nossa olheiras não mentem:

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A estação Gare du Nord é bem grande, atende metrô, trens normais (RER) e trens-bala (Eurostar, SNCF).

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A Inglaterra não faz parte da União Européia, logo é necessário fazer a imigração, carimbar o passaporte que você está saindo da UE, e na volta, carimbar a entrada. Há um acordo entre os dois países para facilitar: a imigração para entrar na Inglaterra você faz na França, na própria estação. Assim, se der algum problema, você nem sai de lá, evitando chegar no destino e ser mandado de volta.

Guichê de Imigração (ao fundo):

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A funcionária me perguntou o que iríamos fazer em Londres, respondi que apenas um bate e volta, e em seguida ela me pediu o comprovante da passagem de volta. Como eu já esperava que eles iam pedir, já levei impresso. Após as verificações, ela carimbou os passaportes e nos desejou boa viagem.

Plataforma do trem:

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O trem não é tão novo, mas é plenamente funcional, bem confortável. Na hora da compra das passagens, você já marca o lugar que você vai. Como eu era marinheiro de primeira viagem, marqueis os mesmos lugares, tanto pra ida quanto pra volta. Na ida me dei mal, os lugares eram "ao contrário". Mas se na ida era assim, imaginei que na volta iríamos de frente.

Vídeo da velocidade do trem, na ida :

O trem chega em Londres pela estação Saint Pancras International.

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Primeira providência, comprar bilhetes de metrô. A Inglaterra não usa Euro, levamos 100 Libras Esterlinas para nossos gastos.

Foto do dinheiro inglês:

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Metrô Londrino (mais novo que o de Paris)

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Descemos na estação Westminster, e já demos de cara com dois marcos Londrinos: A London Eye e o Big Ben.

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Londres é conhecida como a cidade cinza, devido ao clima. Percebemos isso logo ao dar os primeiros passos:

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Ônibus londrino:

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As famosas cabines de telefone londrinas :

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A primeira parada, lógico, seria o Palácio de Buckingham. Olhamos no mapa e seguimos em direção ao mesmo, quando de repente demos de cara com uma rua fechada, e pessoas super arrumadas, indo para algum tipo de evento.

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Essas pessoas arrumadas estavam passando em uma entrada com equipamentos de Raio-X. Perguntei a dois guardas e a um turista o que estava acontecendo. Os guardas me falaram que a rua estava fechada apenas por uns minutos, para a passagem dos tanques que iam para o evento. Peraí : tanques ? Como assim ? E o turista me falou que estava tendo um evento da troca da bandeira da guarda. Não entendi muito bem, mas tínhamos de esperar liberar a rua para passar e caminhar em direção ao Palácio.

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Um vídeo:

Chegando no palácio demos com uma multidão, já aguardando a famosa troca da guarda. Perguntei a um policial em quanto tempo haveria essa troca, ele respondeu que em cerca de uns 20 minutos, mas falou que não era uma ciência exata.

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Após uma espera, começaram as movimentações :

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Vídeo:

Uma policial montada a cavalo:

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Banda da guarda :

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Entrada da banda e alinhamento do pelotão:

Depois de assistir a troca, a multidão se aglomerou em frente a um portão menor do lado direito do palácio. Os policiais fecharam a passagem. Algo iria sair ou entrar, não sabíamos. Ficamos esperando um pouco quando de repente escutamos as pessoas gritando, era a rainha saindo no carro oficial, provavelmente indo para aquele evento.

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Vídeo da rainha saindo:

Depois da saída da rainha, resolvemos sair das imediações do Palácio e caminhar sentido a uma rua inversa a que chegamos, sentido Trafalgar Square. Na saída, comemos o famoso Waffle londrino.

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Um Hyundai i30 carro-polícia:

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Saint James Park, que fica em frente ao Palácio:

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Caminhando na rua descrita mais acima, em um determinado ponto, vimos um entroncamento com outra rua, fechada ao público, e vários policiais de moto aguardando alguma coisa. Ao fundo, dava pra ver o tal evento acontecendo, evento este que na hora não sabíamos direito ainda do que se tratava.

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Mais uma movimentação dos guardas, dava pra ver que eles aguardavam as pessoas importantes que estavam no evento, eles iriam sair por ali, bem na nossa frente. Definitivamente estávamos com sorte nesse dia.

Saída da rainha (de azul no banco de trás) :

Saída da cavalaria :

Saída do exército:

Após a viagem, fomos atrás das informações do que realmente foi o evento. Encontrei alguns sites que falam do assunto, e cheguei a conclusão de que o evento serve para definir os novos "Standards" da guarda inglesa. Este evento ocorre geralmente de 10 em 10 anos. E justo no dia em que estávamos lá, o evento estava a toda !!! Quais as chances ? rs.

Para mais informações :

http://www.itv.com/news/update/2014-05-28/queen-presents-new-standards-to-household-cavalry/

http://householdcavalry.info/newstnds.html

A multidão começou a dispersar, e saímos juntos em direção a uma praça chamada Trafalgar Square.


Trafalgar Square é uma praça no centro de Londres que celebra a Batalha de Trafalgar (1805), uma vitória da Marinha Real Britânica nas Guerras Napoleónicas. A praça tem em seu centro uma coluna encimada pela Coluna de Nelson, em homenagem ao Almirante Nelson, que liderou a Royal Navy na costa de Cádis, Espanha.

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O tempo estava ruim, não tinha muitas pessoas na praça. Na rua em frente a praça passam vários ônibus e vários taxis, é um lugar muito movimentado.

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A próxima parada seria para almoço. Paramos em uma "deli", um restaurante tipo comida expressa, onde comemos um lanche. Uma curiosidade, itens para consumir no local custam mais caros do que itens para viagem.

Chegamos enfim ao Piccadilly Circus, um lugar famoso e movimentado de Londres, com várias lojas e ruas famosas. Vamos falar que é a Times Square londrina.

Wiki do lugar :

http://pt.wikipedia.org/wiki/Piccadilly_Circus

Fotos:

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Queríamos comprar uns souvenirs. Coisas simples, como chaveiros e imã de geladeira. Paramos em uma barraquinha, onde tinha um senhor muito simpático, nos mostrando os produtos. Compramos uma camiseta cada um e uns chaveirinhos. De repente ele perguntou de onde éramos, quando eu falei São Paulo ele ficou eufórico, foi pra dentro do estoque dele e saiu como uma camiseta do São Paulo FC gritando "São Paulo Paulo Paulo, São Paulo Paulo Paulo, São Paulo Paulo Paulo, ... Cômico !!!

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Fizemos umas caminhadas pelo local, procuramos um MC Donalds para usar o banheiro (aproveitamos para ver como eram as batatas fritas do MC, iguais as daqui) e subimos uma rua em direção a Oxford Circus, um outro lugar igual ao Piccadilly Circus só que menor.

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Visitamos algumas lojas, tudo muito caro, resolvemos pegar um ônibus para voltar para as imediações de Westminster, e também para dar uma voltinha nos ônibus de dois lugares.

Ponto de ônibus :

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Passeios no ônibus:

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Brasil na moda : ( na primeira foto talvez seja o consulado, não sei ao certo )

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Chegamos de novo ao ponto de partida, as imediações de Westminster, e fomos direto conhecer a London Eye, uma super roda gigante, cartão postal de Londres.

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Compramos os tickets (25 libras) e pegamos a fila para subir. Cada "carrinho" comporta umas 20 pessoas, e são fixos, com total segurança.

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Ao final do passeio, tínhamos um pouco de tempo e pensamos em pegar um ônibus de volta para a estação Saint Pancras, para ver a paisagem, mas não conseguimos depois de entrar e sair em duas linhas distintas de ônibus. Plano abortado, procuramos pela estação de metrô mais próxima.

No caminho, passamos pela Scotland Yard :

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Pegamos o último trem para Paris. Como na ida, agora na volta passamos no guichê de imigração, não nos fizeram nenhuma pergunta, apenas carimbaram os passaportes.

Viagem tranquila, após 2h20m estávamos de volta em Paris na Gare du Nord, e metrô para o hotel, chegamos mais ou menos meia noite. Dia fantástico, valeu cada centavo gasto, e todo o esforço, pois chegamos muito além de cansados.

Publicado por Cadu 15:40 Arquivado em Inglaterra Comentários (0)

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